22.12.14

Sábado pescando

Duas imagens do pesqueiro de Garopaba. Na primeira meu neto João em plena pescaria. Pegou dois lindos peixes. Na segunda Pedro, o avô, Eduarda e João dando iscas.....Todas as imagens da minha filha Sandra, que também tentou pescar para o almoço. Não fomos felizes...

crônica diária

Na mesma levada de ontem

"Chique é um adjetivo de dois gêneros com origem no termo em francês chic, que significa uma coisa ou pessoa formosa, airosa, estilosa, bonita. Chique é um antônimo de brega e cafona.
Alguns autores também afirmam que esta palavra pode ter originado no termo do alemão medieval schikken, que significa arranjar ou organizar de forma adequada.
Este adjetivo é usado muitas vezes para descrever uma coisa sofisticada ou que demonstra elegância. Algumas roupas que ficam muito bem em uma pessoa, podem ser consideradas chiques. Por exemplo: Ela arrasou com aquele vestido chique!
Em inglês, a palavra chique se escreve da mesma forma que em francês, ou seja, chic.
A palavra chique é usada em várias expressões populares. A locução adverbial "nem chique nem mique", significa "absolutamente nada" ou "nem uma coisa nem outra". "Chique no último (úrtimo)" é uma expressão que serve para descrever uma pessoa que é muito chique e charmosa."
Alô alô Ana Maria, pensei que chique no úrtimo fosse invenção sua...!

Comentários que valem um post

Dora Penteado Formidável a explicação " do Cabo a Rabah" ! Gostei também da esculpida em Carrara ,é incrível como as expressões vão mudando com o tempo!
***********************************************************************

21.12.14

Mesa posta para o Natal


Harmonia 2014

Crônica diária

 De cabo a rabo, esculpido em Carrara

De cabo a rabo é uma expressão muito usada e significa do início ao fim. Me indaguei como teria surgido essa expressão. Fui ao deus Google e fiz a pergunta. Acredita que havia muitas explicações? Algumas absolutamente fantasiosas, outras anedóticas e a mais plausível e verossímil:   "Significa total conhecimento, surgiu há séculos atrás quando os navegantes saíam da cidade do Cabo para Rabah, rota de destino para as Índias." Essa faz todo sentido. Conhecimento completo da rota. Deixo de citar as mais absurdas por razões óbvias, mas esta outra vale a pena: "É uma expressão originada em Portugal... Cabo (o primeiro da bicha (ou fila)) e rabo, o final..."do começo ao fim da fila." E o mais hilário é que o Google substituiu a palavra BICHA por asteriscos, considerando um palavrão no Brasil. O autor do post ficou indignado com razão. Mas ma mesma pesquisa encontrei esta pérola: "O mesmo ocorre com a expressão "cuspido e escarrado". Ex.: Fulano é cuspido e escarrado beltrano. O correto é "esculpido em Carrara (um tipo de mármore). E como se diria em italiano: "Se nn é vero é ben trovato".

Comentários que valem um post


 Brian Wesley Oakes LOL Thanks!!

***********************************************************
Ronaldo Werneck disse que estava com você e outros 19 em Kota Batam. Você pode escolher se deseja adicionar isso à sua linha do tempo.
Ronaldo escreveu: "Divulgação: Amanhã, dia 20/12 às 13:30, no Canal Futura, entrevista falando sobre o Cineasta Humberto Mauro, com participações de Júlio Mauro e Ronaldo Werneck. Não percam! Segue a grade da programação: http://l.facebook.com/l/8AQHBxNr_AQEDXJm948vYols772w0rcr71dxbq_lVkUOJVg/www.futura.org.br/programacao/grade-completa/… 13:30 - Bio.Futura | Humberto Mauro Humberto Mauro foi nosso primeiro grande cineasta e, para muitos, é considerado o Pai do Cinema Brasileiro. Através de seus filmes bucólicos, recheados de imagens rurais, trazia beleza e grandes cenas para a tela. Ele dominava a técnica, mas com seu olhar único e sensível imprimia personalidade ao que fazia e imortalizava suas histórias, dando origem, assim, à história do nosso cinema."
Lembre-se: As publicações que você ocultar de sua linha do tempo ainda poderão aparecer no Feed de Notícias e em outros lugares no Facebook.

*************************************************************** 
 
Ery Roberto Corrêa

 
UMA POR DIA - 19.12.14 - SENTIMENTOS

Quis o destino que neste ano, ao final do dia 19.12, faltassem apenas três dias úteis para acabar o ano, ao menos o de trabalho.

O primeiro sentimento ruim é que parecerão uma eternidade. Hoje li um texto do amigo Eduardo que me atingiu, não porque tenha parecido uma agressão, ele não faria isto comigo. Dizia que "dezembrite" é uma frescura. Mas, coerente, tratou de particularizar exceção, nominando-a de uma espécie de tragédia pessoal.

Pois acertou em cheio. É um psicólogo. Dezembros chegam pra mim como uma persona non grata que sou obrigado a conviver por trinta e um dias sem poder evitar.

A infância, sob certo sentido, me deixou assim. E não havia ilusões nem ostentações, coisas que poderiam ter contribuído para que me sentisse diferente à vista do que penso e sou.

Hoje estou no auge do mal estar. Evitei o que pude até agora, mas certas sensações provenientes do senso coletivo ajudam a me deixar deprimido.

Ninguém tem culpa. É forum íntimo.

Estarei refeito em breve, em janeiro, com a alegre sensação que antes do próximo dezembro mil alegrias hão de me incluir.

Peço, não me levem a mal. Tem sido difícil, ao menos neste país, conviver onze meses com tanta hipocrisia e depois ainda ter mais um, onde se é obrigado a reviver todas, fingindo acreditar em algo considerado tão importante, mas sintetizado por uma hipocrisia ainda bem maior: o consumismo irresponsável, produzido por uma história mal escrita ou traduzida e a ostentação que para muitos é um autêntico masoquismo futuro.

Isto tudo, porém, não me impede de desejar a todos os meus amigos que tenham um Feliz Natal. Cada um da forma como achar mais certo. E nesses votos incluo seus familiares.

Eis tudo. A mim, desejem um excelente janeiro, melhor do que tenho certeza terei.

Beijos
 **************************************************************

20.12.14

Almoço na PIACABA

 Uma tradicional entrada de manga e molho de gorgonzola.
Uma sobre mesa de queijo de Minas e doce de mamão verde.

Crônica diária

 Camponeses e golpe

Ouvindo o discurso do advogado Pedro Dallari, coordenador da Comissão Nacional  da Verdade, na entrega dos documentos da Comissão à presidente da república, notei como usou o termo "golpe de 64" no lugar de "revolução de 64", da mesma forma que usou o termo "camponês" no lugar de  "lavradores" ou "trabalhadores rurais". O simples fato de usar essa distorcida terminologia deixa no ar forte suspeição. Explico porque: no Brasil nunca houve camponês. Esse termo foi importando da Europa junto com os manuais de guerrilha comunista. E a palavra "golpe" para se referir à revolução de 64, também é usado, à exaustão, pelos derrotados nessa revolução. Se golpe ocorreu dentro da revolução foi com o AI5, em 1968. Feitas essas duas singelas observações, deixo registrado  minha discordância com todo tipo de tortura, sejam eles sobre qualquer pretexto. Mas é importante ressaltar que numa guerra, ou revolução, há perdas e mortes de ambos os lados, e o lado vencido costuma reclamar a morte ou tortura de seus participantes, ou guerrilheiros, como no caso presente. No Brasil essa prática sempre foi condenada, e quando houve, foi branda e pontual. A maior prova disso é a presença na Presidência da República de uma guerrilheira "torturada".

Comentários que valem um post

Geraldo Briglia Realmente amigo, Dezembro mexe com os nossos sentimentos, Natal, virada de Ano, esperança de novos tempos com demelhoria de vida para todos et... mas o que é bom mesmo, seja qual for o mes, é poder pela manhâ ler suas sabedorias e lembrar do velho amigo de colégio, um abraço fraterno e um excelente dia para vç. e todos seus entes queridos
***************************************

19.12.14

Beldades fazem pose na PIACABA


Fotos de Diego Chamon, assistente: Noite Harmônica

Crônica diária

Faço parte dessa metade

 "Metade dos homens fica deprimida durante o Natal, diz pesquisa. Problemas financeiros e de relacionamento podem fazer com que eles se sintam pior no mês de dezembro". Com esse título e subtítulo o jornal O Globo publicou a pesquisa da Ong britânica Samaritans que aponta que metade dos homens pesquisados se disseram deprimidos ou que consideravam  o mês de Dezembro o pior do ano. Eu sempre achei isso. Tem Janeiro e Fevereiro que vem logo atrás. Dezembro pela obrigação do presentinho, das festas natalinas que nunca me disseram nada, a não ser aumento do faturamento do comércio. Como há mais de meio século não sou lojista, fico no vermelho. Janeiro por outras razões, mas igualmente financeiras. Mês de muitas despesas com o ano iniciando. E por derradeiro Fevereiro com o famigerado Carnaval. Mês que os devedores de Dezembro e Janeiro são obrigados a por máscara e fantasia para aparentarem alegria e "sambar na avenida". Finalmente em Março o novo ano começa de fato. Mas já se esta a menos de nove meses de Dezembro novamente. Com argumentos tão sólidos quem pode me acusar de pessimista ou deprimido?

18.12.14

Vincenzo Scarpellini



Homenagem ao meu amigo Vincenzo Scarpellini

Crônica diária



A fabula da dúvida

Foi lendo o ultimo livro do Haruki Murakami, "O incolor Tsukuru Tazaki e seus anos de peregrinação" que me deparei com este sonho do personagem da ficção: Uma mulher lhe ofereceu o corpo ou a alma. Ela tinha esse poder, e advertiu que ele não poderia possuir os dois. Tinha que escolher, ou o corpo ou a alma. E depois da escolha ela daria a outra parte para alguém. Taí um bom dilema. Dependendo da necessidade e interesse a escolha é menos complicada, mas é sempre difícil. Ficar com o corpo num primeiro momento é muito interessante. Mas com o passar do tempo o que fazer com um corpo sem alma? E optar pela alma sem corpo, de que serviria? O personagem Tsukuru Tazaki optou por rejeitar a mulher dividida. Não suportaria saber que uma das partes estava em poder de outrem. Eu teria optado pelo corpo, usufruído, e devolvido por falta de alma. Agora ficar com uma alma sem corpo, nem pensar.

17.12.14

Cachorro Quente




A receita é da Carolina Ferraz, salsichas cortadas circularmente, cozidas no molho de cebola e tomate, e colocadas num pão sem miolo, para caber duas e muito molho. Ela prefere pão francês, eu como no tradicional. Meus netos aprovaram.

Crônica diária

Ferromodelismo

Sou talvez de uma das ultimas gerações que brincou, quando criança, embaixo de um pé de Jambolão  criando fazendinhas, com cerca de palito de fósforo, gado representado por sabugo de milho, branco e vermelho, caminhão construido por um toquinho de madeira e uma latinha de sardinha no formato de caçamba. Minha geração quando mais urbana, nessa idade, brincava de autorama, aeromodelismo e ferromodelismo. Esta ultima sempre me fascinou. Havia locomotivas incrementadas, composições com todo tipo de vagões, e os trilhos podiam fazer percursos com passagem de nível, estações e pátios de manobra, exatamente como eram as de verdade, naquele tempo. Ferromodelismo era um brinquedo caro, mas universal. Havia os europeus, os americanos e o Japão também produzia, mas naquele tempo não exportavam. Os meus trenzinhos eram brasileiros. A imaginação era sempre muito mais importante que os detalhes tecnológicos. Mas havia ferromodelismo para todos os bolsos e gosto. Tive também, mais velho, minha fase de aeromodelismo. Mais caro, e muito mais complexo, durou pouco tempo. Quanto ao autorama nunca tive nenhuma atração. Curiosamente na idade adulta continuo não gostando de corridas de automóvel, nem ligando nada para esses veículos. Uso-os como transporte. Não sou ligado em mecânica, e cheguei ao absurdo de ter tido um VW, por alguns anos, e nunca ter aberto o capô de seu motor traseiro. Sei que o motor estava lá. Mandava trocar o óleo, mas não participava da operação. Vendi esse carro com muitos quilômetros sem ver seu motor. Só de brincadeira.

16.12.14

Meus netos fazendo arte

Uma certeza que meus netos tem quando passam alguns dias do ano na Piacaba é que fazer arte não só é possível como desejável. Aqui o Pedro no cavalete logo nas primeiras horas do dia.

Crônica diária

Punho de renda

A nossa oposição ao PT e seus aliados tem sido comandada pelo ex presidente FHC. É sabido que o intelectual, professor e político paulista é uma pessoa educada. Culto, viajado nunca baixou o nível, apesar de dizer que não acreditava em Deus, e defender o uso medicinal da maconha. Fora essas posições pessoais e que resultaram em alguma polêmica, é um político que trata os adversários com punhos de renda e muita elegância. Contra o PT e seus aliados essa política, de gabinete inglês, não funciona. Essa linguagem civilizada eles não respeitam. É preciso falar no mesmo tom dos adversários, ainda que isso custe um pouco. Baixar o nível sempre é possível, embora não desejável e sempre muito desagradável. Foi o que fizeram os Tucanos e o DEM nos últimos dias no congresso. Oposição "selvagem". A situação se assustou. Nunca vira antes uma oposição tão aguerrida, unida, e valente. No espanto só conseguiram se defender acusando essa oposição de ter perdido as eleições ( por pequena margem, que não confessam) e que continuam no palanque. Esse é verdadeiramente o papel das oposições. Lutar por ideias, programas, e derrotada (por qualquer margem de votos) continuar na defesa desses ideais e desses programas, ainda que o partido vencedor esteja adotando todas as medidas preconizadas pelo vencido nas eleições. A maioria dos eleitores do PT, excluídos os de rabo preso, são incultos, ignaros mas não são burros. Um dia a casa cai.

Comentários que valem um post

 Geraldo Briglia

Olá Penteado, o Olavo Moraes de barros Neto me passou este seu email, é bom poder me comunicar contigo, moramos juntos com o Chico Buarque, que comia seus dôces de Figo que seu Tio Lhe Mandava, sem sua autorização, no apartamento da ala do científico no Colégio de em Cataguases lembra de mim? Geraldo Briglia da Bahia.

*******************************************

15.12.14

Com meus netos na praia

 Com ótimas fotos da mãe, Sandra, minha neta mais velha Eduarda brincando em Ibiraquera.
 O João ainda tem certa dificuldade em amarrar o cadarço do sapato.
 Neste selfie da Sandra, o autor do blog parece não estar gostando do cheiro do mar... ou é excesso de luminosidade???? srsrs
 O voo mostrando as aguas vivas para o Pedro e João
O autor do blog em pose de imperador...srsrs segundo a autora da foto.

Crônica diária



A balada de Adam Henry

O autor do romance que leva o título desta crônica é o Inglês Ian McEwan que é considerado o mais importante ficcionista da sua geração. Recentemente recomendei seus livros para dois amigos que nunca haviam lido nada dele. Para quem é fã desse autor, como eu, é inconcebível que ainda tenha quem não leu um dos seus maravilhosos e famosos livros. Dito isso, e não tendo acabado de ler este ultimo "A balada de Adam Henry", fiquei preocupado de ter recomendado um que pudesse desapontar meus dois amigos. Mas quem não desaponta é o Ian McEwan. A história é consistente. A forma de ser narrada é simples e ao mesmo tempo sofisticada. Uma leitura que prende o leitor da primeira à ultima linha. Na literatura do Ian não há superfulos. Nada é gratuito ou protelatório. Sua escrita é enxuta, precisa, e convincente. O assunto desse livro diz respeito à vida contemporânea. Embora se passe na Inglaterra, é universal. A carreira profissional, o relacionamento de um casal de sessenta anos, o fanatismo religioso, o amor, a traição, enfim, avida, numa ficção baseada em fatos reais.

Comentários que valem um post

Li Ferreira Nhan deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":

Vc sabe que temos uma fundição e metalúrgica, herança do meu pai.
Sempre ouvia de pequena meu pai falar: "acidente é quando o cara perde o dedo na máquina, mas, veja bem, qualquer dedo menos o mindinho; porque aí é malandragem do vagabundo."
Na época da fundação do PT minha mãe( ja viúva)não entendia como eu podia acreditar naquele homem lá em São Bernardo...
Sabe, na grande maioria das vezes os
pais sempre tem razão.

Postado por Li Ferreira Nhan no blog . em domingo, 14 de dezembro de 2014 06:05:00 BRST 

**********************************************************************************

14.12.14

Casa de passarinho

Onde andam ( ou voam) os inquilinos?

Crônica diária



Fábula fabulosa

Era uma vez um incompetente metalúrgico que na primeira semana de trabalho perdeu um dos dedos no torno que trabalhava. Inválido, por acidente no trabalho, foi ser líder sindical. Fez agitação em porta de fábrica, fez discurso contra multinacionais, e agradava seus liderados com ideias de esquerda. Na verdade nunca teve outra coisa na cabeça que se tornar um rei no seu país. Semi analfabeto, mas muito inteligente, candidatou-se a deputado, mas logo percebeu que não tinha vocação para receber ordens. E fundou um partido que o levaria, depois de algumas derrotas à presidência da república do seu país. Ao contrário do que todo mundo supunha e temia, não implantou as ideias de esquerda preconizadas nos seus discursos de porta de fábrica. Inteligente percebeu que era mais vantajoso permanecer democraticamente no poder. E tratou de colocar todos os amigos e gente do seu partido, nos postos chave de todos os órgãos e poderes da república. Aparelhou o estado. Chegou a fazer postes seus sucessores. Reinava soberano. Em surdina fez sua família ficar muito rica. Seu filho de catador de bosta no zoológico, tornou-se uma grande fortuna. Contratou os melhores juristas para serem seus advogados. Nomeou apadrinhados para o judiciário. Era o cara. Esperto continuou falando mal das elites brancas, mas passou da cachaça para bebidas muito mais sofisticadas. Comprou fazendas com sedes maravilhosas. Casas em Miami, para uma eventual fuga, caso um dia, muito pouco provável, tivesse que fugir do seu reinado. Nas propriedades rurais, a primeira coisa que fez foi mandar derrubar todas as casas da colônia, para evitar invasão dos movimentos dos sem terra. Deu sempre apoio ostensivo aos invasores, desde que na terra dos outros. Construiu um império às custas de dinheiro escuso, sujo, e criminoso. Mas isso é outra história, que fica para outra vez.

Comentários que valem um post

Valeria Rodrigues Eu concordo com sua definição de comunista ou esquerdista em geral. O grande problema é que todo esse recalque, complexo e toda essa má intenção têm método. É uma psicopatia. Coletiva.
**************************************************

António Antunes

António Antunes e outras 695 caricaturas estão no blog Vítima da Quinta

13.12.14

Harmonia de Tenis

Esporte faz bem

Crônica diária

"Vai pra Cuba, vagabunda"
O fato, resumidamente, é o seguinte:
"Deputada do PCdoB, Jandira Feghali, disse que as pessoas que estavam na galeria do congresso haviam chamado uma senadora de vagabunda, e pediu para Renan Calheiros expulsar os manifestantes. Renan Calheiros, acabou atendendo, e chamou a polícia do congresso para esvaziar a galeria. Na verdade os manifestantes disseram "vai pra Cuba".
É só a esquerda tentando enganar para impor aquilo que acha conveniente."
Meu comentário é que a deputada tem no seu inconsciente, ou no subconsciente, a pecha de vagabunda. A qualquer som ou rumor que soe com esse adjetivo, ela se auto identifica, e reage, se sentindo atingida em sua honra. Como já venho dizendo e escrevendo, há mais de cinquenta anos, "comunista ou é um recalcado, complexado ou é mal intencionado". No caso dessa deputada é complexo de vagabunda.

Comentários que valem um post

Walter De Queiroz Guerreiro tempero é algo muito pessoal de cada cozinheiro(a), irá depender dos acompanhamentos pois deve existir harmonia na gastronomia, agora quanto ao alho, como diriam os franceses ( exceto os de Marselha), je passe...eu e o Drácula!kkkkk
********************************************** 
 Jorge Pinheiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Crônica diária":

Nada rola sem alho. A frase é muito boa.

Postado por Jorge Pinheiro no blog . em sexta-feira, 12 de dezembro de 2014 20:34:00 BRST
 ******************************************

AS POSTAGENS ANTERIORES ESTÃO NO ARQUIVO AÍ NO LADINHO >>>>>

.

Only select images that you have confirmed that you have the license to use.

Falaram do Varal:

"...o Varal de Ideias é uma referência de como um blog deve ser ." Agnnes

(Caminhos e Atalhos, no mundo dos blogs)

..."parabéns pelo teu exemplo de como realmente se faz um blog...ou melhor tantos e sempre outstandings...".
(Vi Leardi )

Leiam também:

Leiam também:
Click na imagem para conhecer

varal no twitter

Não vá perder sua hora....

Blog não é tudo, tudo é a falta do blog ....
( Peri S.C. adaptando uma frase do Millôr )
" BLOG É A MAIOR DAS VERTIGENS DA SUBJETIVIDADE " - Maria Elisa Guimarães, MEG ( Sub-rosa )